Caminhos do Excesso (ode a Morrison)

Os caminhos do excesso

Caminhos à sabedoria

À embriaguez sagrada

O ponto além dos limites

Onde não há mais retorno

É o ponto que devemos atingir

No limite tudo é melhor

É lá que se produz

A música mágica

Primitiva

Conjuradora de demônios

Criadora de sonhos

 

O poeta se torna vidente

Alucinado

Louco para viver

Tudo ao mesmo tempo

Sem viver banalidade

Apenes arde

Arde

Arde

No prazer de viver

Pelas próprias concepções e idéias

Os olhos se alimentando no mundo

Sofrendo ao ver

O bando de escravos

Que não pensam

Não fazem nada para mudar

Para quebrar os grilhões forjados da mente

Pessoas que temem a própria liberdade

Conservam suas correntes

Pela segurança

E esperam de outros a própria liberdade

Até a morte

Sem saber que

A vida mata

Mais que a própria morte

Um pensamento sobre “Caminhos do Excesso (ode a Morrison)

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